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Archive for julho \28\UTC 2011

AMAR EM BRASÍLIA

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AMAR EM SALVADOR

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ESTOU AMANDO

Amei as fotos que a Luciana Penna me enviou (uma delas, ao lado).

Ainda do lançamento no Sarau da Cooperifa.

Noite inesquecível.

Como as noites que tenho vivido por aí, levando o Amar É Crime debaixo do braço.

E dentro da alma.
Viva e ave!

E por falar nisto, na segunda que vem viajo para Salvador.

Aproveitarei para ministrar por lá uma rápida oficina.

E para conhecer o Sarau Bem Black, que acontece no Pelourinho sob o comando do Nelson Maca.

Conheci o Nelson recentemente. É um grande poeta. Um grande artista.

Foi ele quem me convidou para lançar o Amar no sarau – será na quarta à noite, dia 27.

Do caralho!

Pelo clima aí, da segunda foto ao lado, a noite promete mete.

Sigo superfeliz e animado.

E agradecido a todos os amigos que estão junto comigo.

Nesta minha nova trajetória e empreitada.

Valeu.

Beijão no coração de todos.

E fui.

E bom final de semana.

Em tempo: para saber sobre minha oficina e lançamento em Salvador,
acesse aqui. Lembrando de que, logo depois de Salvador,
partirei para Brasília, na quinta-feira, para participar do sarau
do T-Bone Açougue Cultural. Sobre ele, depois digo mais, etc. e tal.

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É ÓBVIO, SANDY E JUNIOR

Este título, aí em cima, é um trecho de uma poesia, já clássica, do poeta Daniel Minchoni. A poesia diz e repete, insistentemente: “É óbvio, Sandy e Junior, é óbvio. Óbvio, Sandy e Junior, óbvio”. Quem já viu e ouviu o Minchoni interpretando sabe do que eu estou falando. A força com que essa frase-verso tira da gente um sorriso patético. Ironiza, ao infinito, a dupla já extinta, ave, amém. Mas por que estou, agora, falando disto? É porque, em minhas oficinas, sempre cito esse poeminha para começar a falar do “óbvio” na literatura. Quando a gente, sem querer, diz o que já disse. Ou: quando a gente não reinventa a LPB. Digo: Literatura Popular Brasileira. A saber: escrevemos, a todo tempo: “A chuva cai lá fora”. A chuva, ora, só pode cair. E lá fora, então, é que ela tem de chover. Sem contar os “latidos de cachorro na rua”. E até: “latiam os cães pelas esquinas”. E é, Mané? Latidos de onça? Ou seriam: latem os chimpanzés? Que tal mudar o substantivo, trocar o verbo por um que seja mais raivoso? Outro recurso preguiçoso: o “de repente”. Já falei sobre ele aqui. Tudo, de fato, é sempre “de repente”. A vida é assim mesmo. Surpreendente. Ave nossa! E o “disse-me-disse” constante? Eu disse, ele disse, ela disse. Claro que ela disse. Do contrário, você não falaria. Putz-grila, meu irmão. E o “exclamou ele”? É de foder! Exclamei eu. Meu Deus! Isso quando o escritor, em vez de colocar uma única exclamação, põe três!!! E as reticências, que praga! É para dizer que o personagem está pensando… E é mesmo? Aliás, como tem autor que pensa ao escrever. Pensei, pensei, pensei. Pensou com os seus botões. Com o meu botão é que não foi. Ainda bem. E a lista é longa. Obviamente: “pequenos detalhes”, “lágrimas que brotavam dos olhos”, “sorriso estampado no rosto”. É óbvio, Sandy e Junior. Óbvio, Sandy e Junior. Óbvio. Meu povo.

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DEU NO QUE DEU

Amigos, acabei de voltar do Recife e o lançamento lá ontem foi lindo. E depois eu conto mais detalhes. Hoje, aqui, atendendo a inúmeros pedidos, reproduzo, abaixo, o meu Poeminha de Amor Concreto, que abre o livro de contos Amar É Crime e que eu li lá no Programa do Jô, sem tirar nem por. A todos, aquelabraço dou e deixo, com muito amor.

UM POEMINHA DE AMOR CONCRETO 

da mesma forma que você o pão à mesa a mão um abraço da mesma
forma que você um aviso um acorde um choque um chute um salto da mesma forma que você uma carona um passo uma força um recado
da mesma forma que você uma bronca um tapa um duro uma gravata da mesma forma que você a luz uma ideia um gole uma festa da mesma
forma que você uma rosa um beijo uma bala uma moeda da mesma
forma que você boa tarde boa noite boas-vindas uma desculpa um tempo da mesma forma que você de cara de frente de ombros de bandinha da mesma forma que você não me a mínima não me ouvidos não me bola da mesma forma que você não o melhor de si eu dou o cu meu amor e daí

[ De MARCELINO FREIRE,
extraído do livro Amar É Crime,
Edith – visiteedith.com ]

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EU E EDITH NO RECIFE

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EU E EDITH EM GARANHUNS

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